Doce Mãe, Sereníssima Senhora,
Dos teus olhos velados de Doçura Nasce fresca a alvorada, que fulgura Na infortunada sombra de quem chora! Quando meu ser vagava em noite escura, Nas angústias do abismo que apavora, Estendeste-me os braços, vendo, embora, Minhas chagas de treva e de loucura ... Ante o Regaço Fúlgido consente Que minha fé se exalte, embevecida, Prosternada, ditosa, reverente. Recebe no dossel de Graça e Vida O louvor de teu filho penitente, No clarão de minhalma convertida. |
Pelo Espírito Manuel Maria de Barbosa du Bocage - Do livro: Volta Bocage, Médium: Francisco Cândido Xavier |
quinta-feira, 1 de novembro de 2018
Soneto V
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