Há um bom tempo que se fala nas reencarnações de espíritos mais avançados objetivando a consolidação da Terra como mundo de regeneração.
Esse fato vem sendo comprovado através de informações advindas por intermédio de médiuns responsáveis em várias partes do planeta, além da simples observação do comportamento diferenciado de muitas crianças e jovens na atualidade.
Como Kardec escrevera na sua obra A Gênese, a troca de uma geração mais atrasada moralmente por outra mais desenvolvida se daria paulatinamente. Verificamos esta ocorrência na atualidade.
Boriska, na Rússia, vem impressionando os jornalistas com seus conceitos filosóficos morais, apesar de ser uma criança ainda. No México, um garoto vem impactando os médicos com os seus conhecimentos científicos e dizendo que uma de suas tarefas no mundo é conseguir a cura para diversos tipos de câncer. Vários outros estão deixando perplexos os que lhe ouvem ou com eles partilham a convivência, pelos tesouros morais que apresentam.
Gostaria, no entanto, de me referir, especificamente, a uma menina chamada Akiane. Desde os quatro anos que desenha de maneira encantadora, inclusive, seu primeiro desenho foi o rosto lindo que ela afirmou ser a de um anjo que a levou para um mundo muito belo de cores e luzes deslumbrantes. A partir daí, Akiane começou a retratar espíritos e paisagens maravilhosas. Ela afirma, ainda, que tem uma tarefa especial nesta vida. Escreve poemas extraordinários, de uma pureza deslumbrante.
Muito doce, hoje Akiane está com doze anos Mora em Idaho, EUA.
A garota seria o que alguns estudiosos definem como uma criança cristal, ou seja, uma alma evoluída, que veio contribuir para a mudança de nível espiritual do nosso mundo. Divaldo diz que Akiane pintou o que seria o rosto mais próximo do que tinha Jesus. Assisti um vídeo e fiquei realmente impressionado com os seus quadros e, particularmente, o de Jesus. No YouTube há vários vídeos sobre ela. Recomendamos.
Como se vê, eles já estão entre nós para fazer a diferença. Façamos a nossa parte.
Por Frederico Menezes
https://www.mensagemespirita.com.br/
terça-feira, 14 de agosto de 2018
A benção do perdão
Uma nuvem de tristeza pesava sobre a alma daquela mãe sofrida.
O seu jovem filho, criado com amor e desvelo, fora assassinado por um amigo dominado pelas drogas.
O desespero e a amargura eram suas companhias permanentes.
Os olhos fundos e a palidez denunciavam as noites de insônia e a falta de alimentação.
Uma amiga a convidou, talvez inspirada pela providência divina, a buscar ajuda do médium espírita, de profunda dedicação ao bem, Divaldo Franco.
Era início da noite na cidade de Salvador, Bahia, quando as duas senhoras adentraram a casa espírita, onde Divaldo atende aqueles que o procuram em busca de consolo e esperança.
Ele atendeu aquela mãe, com grande ternura.
A senhora lhe narrou o drama ocorrido, dizendo que um amigo do filho o havia alvejado por motivos banais, de ligeiro desentendimento entre ambos.
Enquanto ela contava o acontecido, aproximou-se do médium a benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, trazendo o espírito do jovem assassinado e disse ao médium para transmitir à mãe sofrida, algumas palavras do filho.
Então, tomando emprestada a aparelhagem fonadora de Divaldo, ele dirigiu palavras de conforto para sua querida mãe.
Recomendou-lhe que não cometesse suicídio, como estava pretendendo, pois isso a afastaria ainda mais dele, e por mais tempo.
Pediu que ela se lembrasse da mãe do amigo que cometera o homicídio e agora estava detido pela justiça humana, numa cadeia, entre criminosos comuns.
Aquela mãe, sim, era muito infeliz, pois seu filho era o verdadeiro desgraçado e não ele, que estava sob o amparo de amigos espirituais atenciosos.
Ao ouvir aquela voz inconfundível, a mulher abraçou o médium, por cuja boca pudera ouvir as palavras amáveis e lúcidas do filho, que julgava ter desaparecido para sempre.
Sob a inspiração da benfeitora espiritual, Divaldo aconselhou aquela mãe a considerar o estado de alma da outra mãe, a do assassino, e pensar na possibilidade do perdão.
Na semana seguinte, o médium baiano viu adentrarem a sala duas senhoras, pálidas e de aspecto sofrido.
Uma ele já conhecia, a outra lhe era estranha.
Quando chegou a vez de atendê-las, a mulher, que estivera ali na semana anterior, lhe apresentou a companheira, dizendo ser a mãe do amigo do seu filho.
O médium entendeu que ela havia seguido os conselhos recebidos e buscava ajudar aquela mãe mais infeliz do que ela própria.
Conversaram por longo tempo.
Ao se despedir de ambas, Divaldo percebeu que um raio de luz penetrava suavemente aquelas almas doloridas.
A luz do perdão se fazia bênção de paz e gerava serena harmonia naqueles corações dilacerados pela dor da separação dos filhos bem-amados, embora por motivos diversos.
Na medida em que o tempo foi passando, as duas encontraram motivos para voltar a sorrir, e juntas visitavam o jovem no cárcere.
Mais tarde, fundaram uma casa de recuperação de toxicômanos para ajudar outros tantos jovens a se libertar das cadeias infelizes das drogas.
Perdoar é receber com resignação os fatos que não podemos evitar ou mudar, com a certeza de que a justiça divina não se equivoca e nada nos acontece se as leis de Deus, às quais todos nos encontramos submetidos, não o permitirem.
O seu jovem filho, criado com amor e desvelo, fora assassinado por um amigo dominado pelas drogas.
O desespero e a amargura eram suas companhias permanentes.
Os olhos fundos e a palidez denunciavam as noites de insônia e a falta de alimentação.
Uma amiga a convidou, talvez inspirada pela providência divina, a buscar ajuda do médium espírita, de profunda dedicação ao bem, Divaldo Franco.
Era início da noite na cidade de Salvador, Bahia, quando as duas senhoras adentraram a casa espírita, onde Divaldo atende aqueles que o procuram em busca de consolo e esperança.
Ele atendeu aquela mãe, com grande ternura.
A senhora lhe narrou o drama ocorrido, dizendo que um amigo do filho o havia alvejado por motivos banais, de ligeiro desentendimento entre ambos.
Enquanto ela contava o acontecido, aproximou-se do médium a benfeitora espiritual Joanna de Ângelis, trazendo o espírito do jovem assassinado e disse ao médium para transmitir à mãe sofrida, algumas palavras do filho.
Então, tomando emprestada a aparelhagem fonadora de Divaldo, ele dirigiu palavras de conforto para sua querida mãe.
Recomendou-lhe que não cometesse suicídio, como estava pretendendo, pois isso a afastaria ainda mais dele, e por mais tempo.
Pediu que ela se lembrasse da mãe do amigo que cometera o homicídio e agora estava detido pela justiça humana, numa cadeia, entre criminosos comuns.
Aquela mãe, sim, era muito infeliz, pois seu filho era o verdadeiro desgraçado e não ele, que estava sob o amparo de amigos espirituais atenciosos.
Ao ouvir aquela voz inconfundível, a mulher abraçou o médium, por cuja boca pudera ouvir as palavras amáveis e lúcidas do filho, que julgava ter desaparecido para sempre.
Sob a inspiração da benfeitora espiritual, Divaldo aconselhou aquela mãe a considerar o estado de alma da outra mãe, a do assassino, e pensar na possibilidade do perdão.
Na semana seguinte, o médium baiano viu adentrarem a sala duas senhoras, pálidas e de aspecto sofrido.
Uma ele já conhecia, a outra lhe era estranha.
Quando chegou a vez de atendê-las, a mulher, que estivera ali na semana anterior, lhe apresentou a companheira, dizendo ser a mãe do amigo do seu filho.
O médium entendeu que ela havia seguido os conselhos recebidos e buscava ajudar aquela mãe mais infeliz do que ela própria.
Conversaram por longo tempo.
Ao se despedir de ambas, Divaldo percebeu que um raio de luz penetrava suavemente aquelas almas doloridas.
A luz do perdão se fazia bênção de paz e gerava serena harmonia naqueles corações dilacerados pela dor da separação dos filhos bem-amados, embora por motivos diversos.
Na medida em que o tempo foi passando, as duas encontraram motivos para voltar a sorrir, e juntas visitavam o jovem no cárcere.
Mais tarde, fundaram uma casa de recuperação de toxicômanos para ajudar outros tantos jovens a se libertar das cadeias infelizes das drogas.
* * *
O perdão é uma das mais belas provas de confiança nas soberanas leis de Deus.Perdoar é receber com resignação os fatos que não podemos evitar ou mudar, com a certeza de que a justiça divina não se equivoca e nada nos acontece se as leis de Deus, às quais todos nos encontramos submetidos, não o permitirem.
Redação do Momento Espírita, com base em fato
narrado por Divaldo Pereira Franco, na cidade de
Videira-SC, no dia 22.09.2003.
Em 13.8.2018
narrado por Divaldo Pereira Franco, na cidade de
Videira-SC, no dia 22.09.2003.
Em 13.8.2018
sábado, 11 de agosto de 2018
Ao meu querido pai
Olá, pai! Eu, que já fui criança um dia e que agora sou jovem, quase adulto, gostaria de dizer o que vai aqui dentro do meu coração, neste dia especial.
Eu sei que temos tido alguns desentendimentos, mas creia, papai, você é e sempre será meu grande herói.
Sabe, pai, quando observo suas mãos fortes, embora algumas marcas feitas pelo tempo, penso no quanto elas significam para mim, pois foram as primeiras a acariciar as minhas, inseguras na infância.
Quando vejo seus passos firmes, não esqueço de que foram eles que orientaram os meus primeiros passos.
Quando você me pede para ler algumas palavras que seus olhos já não conseguem ver com precisão, faço com carinho, pois não esqueço das palavras que você repetiu inúmeras vezes para que eu aprendesse a falar.
Percebo que, hoje, suas decisões são mais lentas. Mas sei também que minhas primeiras decisões foram por elas balizadas.
Talvez você não esteja tão atualizado quanto às novas tecnologias, mas eu me lembro que você pensou muito pouco em si mesmo, para fazer de mim uma pessoa de bem.
Se hoje sua saúde anda um pouco debilitada, sei que muito do seu desgaste foi para garantir a minha saúde. E se você não pronuncia corretamente alguma palavra, eu entendo, pois se esqueceu de si mesmo para que eu pudesse cursar uma universidade.
Se hoje sua memória o trai, não esqueço das tantas vezes que advogou a meu favor, nas situações difíceis em que me envolvi.
Eu cresci, papai, não sou mais aquela criança indefesa, graças a você. Hoje, a juventude me empolga as horas... Mas não esqueci minha infância, meus primeiros passos, minhas primeiras palavras, meus primeiros sorrisos.
Acredite que tudo está bem vivo em minha memória, e eu sei que, nesse seu peito cansado, ainda pulsa o mesmo coração amoroso de outrora.
É verdade que o tempo passou, mas eu nem me dei conta, pois você esteve sempre ao meu lado, disposto a me proteger e a me ensinar.
Sabe, velho, embora eu não tenha muito jeito para falar coisas bonitas, desejo lhe dizer o quanto você tem sido importante em minha vida. Você pode não ser mais aquele moço forte, quanto ao corpo, mas tem um certo ar de sabedoria que na sua imagem de ontem não existia.
Eu sei, pai, que apesar de o tempo ter passado, em seu peito o coração ainda pulsa no mesmo compasso; que o afeto que você cultivou, agora floresce em minha alma; que as emoções vividas ainda podem ser sentidas como nos velhos tempos...
Eu reconheço, meu pai, que apesar dos longos invernos suportados, você ainda mantém acesa a chama de amor e ternura pelos seres que embalou na infância.
Por isso tudo, e muito mais, eu quero lhe agradecer de todo meu coração: Pela amizade que você me devota; pelos meus defeitos que você nem nota;
por meus valores que você aumenta; pela minha fé que você alimenta;
por esta paz que nós nos transmitimos; por este pão de amor que repartimos;
pelo silêncio que diz quase tudo; por esse olhar que me reprova mudo;
pela pureza dos seus sentimentos; pela presença em todos os momentos;
por ser presente, mesmo quando ausente; por ser feliz quando me vê contente;
por ficar triste, quando estou tristonho; por rir comigo, quando estou risonho;
por repreender-me quando estou errado; por meus segredos, sempre bem guardados;
por me apontar Deus a todo instante; por esse amor sempre tão constante.
Eu sei que temos tido alguns desentendimentos, mas creia, papai, você é e sempre será meu grande herói.
Sabe, pai, quando observo suas mãos fortes, embora algumas marcas feitas pelo tempo, penso no quanto elas significam para mim, pois foram as primeiras a acariciar as minhas, inseguras na infância.
Quando vejo seus passos firmes, não esqueço de que foram eles que orientaram os meus primeiros passos.
Quando você me pede para ler algumas palavras que seus olhos já não conseguem ver com precisão, faço com carinho, pois não esqueço das palavras que você repetiu inúmeras vezes para que eu aprendesse a falar.
Percebo que, hoje, suas decisões são mais lentas. Mas sei também que minhas primeiras decisões foram por elas balizadas.
Talvez você não esteja tão atualizado quanto às novas tecnologias, mas eu me lembro que você pensou muito pouco em si mesmo, para fazer de mim uma pessoa de bem.
Se hoje sua saúde anda um pouco debilitada, sei que muito do seu desgaste foi para garantir a minha saúde. E se você não pronuncia corretamente alguma palavra, eu entendo, pois se esqueceu de si mesmo para que eu pudesse cursar uma universidade.
Se hoje sua memória o trai, não esqueço das tantas vezes que advogou a meu favor, nas situações difíceis em que me envolvi.
Eu cresci, papai, não sou mais aquela criança indefesa, graças a você. Hoje, a juventude me empolga as horas... Mas não esqueci minha infância, meus primeiros passos, minhas primeiras palavras, meus primeiros sorrisos.
Acredite que tudo está bem vivo em minha memória, e eu sei que, nesse seu peito cansado, ainda pulsa o mesmo coração amoroso de outrora.
É verdade que o tempo passou, mas eu nem me dei conta, pois você esteve sempre ao meu lado, disposto a me proteger e a me ensinar.
Sabe, velho, embora eu não tenha muito jeito para falar coisas bonitas, desejo lhe dizer o quanto você tem sido importante em minha vida. Você pode não ser mais aquele moço forte, quanto ao corpo, mas tem um certo ar de sabedoria que na sua imagem de ontem não existia.
Eu sei, pai, que apesar de o tempo ter passado, em seu peito o coração ainda pulsa no mesmo compasso; que o afeto que você cultivou, agora floresce em minha alma; que as emoções vividas ainda podem ser sentidas como nos velhos tempos...
Eu reconheço, meu pai, que apesar dos longos invernos suportados, você ainda mantém acesa a chama de amor e ternura pelos seres que embalou na infância.
Por isso tudo, e muito mais, eu quero lhe agradecer de todo meu coração: Pela amizade que você me devota; pelos meus defeitos que você nem nota;
por meus valores que você aumenta; pela minha fé que você alimenta;
por esta paz que nós nos transmitimos; por este pão de amor que repartimos;
pelo silêncio que diz quase tudo; por esse olhar que me reprova mudo;
pela pureza dos seus sentimentos; pela presença em todos os momentos;
por ser presente, mesmo quando ausente; por ser feliz quando me vê contente;
por ficar triste, quando estou tristonho; por rir comigo, quando estou risonho;
por repreender-me quando estou errado; por meus segredos, sempre bem guardados;
por me apontar Deus a todo instante; por esse amor sempre tão constante.
Redação do Momento Espírita, com transcrição
final de mensagem de autoria ignorada.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 2, ed. FEP.
Em 10.8.2018.
final de mensagem de autoria ignorada.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 2, ed. FEP.
Em 10.8.2018.
quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Mediunidade
A questão da mediunidade tem sido tratada, ainda em nossos dias, de forma bastante pueril por aqueles que, não a conhecendo em profundidade, se arvoram em discorrer a respeito.
Normalmente vinculam-na ao Espiritismo, como se ela fosse invenção e apanágio dos espíritas.
É, no entanto, no livro religioso mais antigo e respeitado de que tem conhecimento o Ocidente, que encontramos uma farta gama de exemplos de médiuns.
Referimo-nos à Bíblia. E em seu Antigo Testamento, encontramos a descrição detalhada do festim de Baltazar, o neto de Nabucodonosor, na Babilônia.
Em meio ao alegre festim, uma mão apareceu ao fundo da sala e escreveu três palavras, que ninguém conseguia decifrar.
Foi necessário chamar o profeta hebreu Daniel que ali compareceu e informou ao rei que as palavras significavam Pesado, Medido, Dividido, predizendo a divisão do seu reino em breve.
Fato que se consumou nos dias seguintes, com a vitória de medos e persas naquele país.
Ora, o primeiro fenômeno trata-se da escrita direta, quando os Espíritos não se utilizam da mão do médium para escrever, fenômeno estudado pelo Codificador da Doutrina Espírita no século XIX, com detalhes.
O segundo, o da decifração da mensagem tem a ver com a inspiração do profeta, que colheu no Invisível informação precisa.
Logo no início do Novo Testamento, o Evangelista Lucas descreve a anunciação de Maria pelo anjo Gabriel. Ora, ela viu o mensageiro Divino, portanto fenômeno de vidência.
Ouviu-o com detalhes, pois que com ele conversou. Fenômeno de audiência.
E, numa época em que não existia a ecografia, o mensageiro dos céus não somente lhe fala da sua concepção, mas do sexo da criança, do nome que Lhe seria dado e da Sua missão, com as palavras:
Eis que conceberás e darás à luz um filho, e lhe porás o nome de Jesus. Será grande e o chamarão filho do Altíssimo e o seu reino não terá fim.
Finalmente, lhe informa Gabriel que sua prima também está grávida há seis meses, motivo que leva Maria a visitá-la.
Mediunidade não é, portanto, exclusividade dos espíritas. É de todos os tempos. É faculdade inerente ao homem, dada por Deus para que ele, deste mundo de dores, possa alçar-se ao Infinito e sentir o socorro e amparo espirituais, pelos fios invisíveis da comunicação que, em síntese, se dá através da oração, que eleva o ser às culminâncias do Invisível.
* * *
O pai de João Batista também recebeu a revelação do nascimento do filho, antes de sua esposa vir a conceber.
Narra o Novo Testamento que ele estava no Santuário, exercendo as suas funções de sacerdote, quando lhe apareceu o mensageiro do Senhor, ao lado direito do altar, dando-lhe detalhes do que sucederia, igualmente lhe dizendo do sexo da criança, o nome e sua missão.
O fato de estar o sacerdote Zacarias a orar nos dá a tônica de que para adentrarmos à Espiritualidade Superior, o caminho é sempre a prece, que nos eleva e credencia a tal.
Redação do Momento Espírita.
Em 04.09.2009.
Em 04.09.2009.
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Onda Gigante
Um pesadelo assustador para muitos, certamente: uma onda gigante vindo em sua direção, imponente, engolindo tudo pela frente.
Em nós, misturam-se sentimentos: impotência, pavor, desorientação. Não há o que fazer, não há para onde ir. Tudo parece condenado.
Diante das grandes ameaças, dos grandes problemas dos dias, muitas vezes nos sentimos assim, e os sonhos, à noite, acabam por produzir tais representações aterradoras.
Agora procuremos imaginar uma outra cena: um paredão de água do mar com cerca de vinte e quatro metros de altura, prestes a quebrar na costa.
No alto de toda essa imponência, na crista, vislumbramos algo que nos surpreende: lá está uma pessoa.
Trata-se de um surfista que se projeta muralha abaixo, desafiando aquela que passaria a ser a maior onda já surfada no mundo.
Os que observamos, à distância, nem sequer respiramos naqueles breves segundos. Enxergamos o pequeno risco veloz desenhado na água do mar, enquanto atrás, o grande muro parece querer desabar a qualquer momento.
O oceano silencia aguardando a arrebentação, como se prendesse o fôlego antes do rugido ensurdecedor da vaga quebrada no raso.
Após o grande estrondo, então, lá está o esportista, ileso, em pé em sua prancha, vitorioso sobre a espuma da onda vencida.
O mundo de provas e expiações é também o mundo dos aprendizados constantes, é o mundo escola.
Cada experiência, por mais assustadora que possa parecer, guarda em si uma lição para o Espírito em crescimento.
Importante não enxergarmos as ondas gigantes da vida como grandes males, grandes desgraças.
Abandonemos essa visão imediatista, simplista, que julga os acontecimentos apressadamente, sem perceber suas consequências mais adiante. A vida do Espírito é a vida do longo prazo.
Quantas ondas assustadoras já encaramos na vida e nas vidas, sobrevivendo ao final?
Não é a primeira vez nem a última que iremos enfrentar desafios dessa monta, por isso é hora de pensarmos diferente.
Por que não surfarmos nas imensas vagas que se apresentam? Será que não é esse o convite do oceano da vida?
Pensemos, estudemos, analisemos, preparemo-nos melhor.
O mar não é o inimigo, assim como as Leis de Deus também não o são.
Convidemos a coragem para estar conosco todos os dias. O medo é natural. Não nos envergonhemos dele. Prossigamos com ele ao nosso lado, porém, não permitamos que ele nos controle.
Nada poderá nos destruir. Somos maiores do que as ondas gigantes, embora não possa parecer.
A lição dada e? caminho para novas lições.
Atrás do enigma resolvido, outros enigmas aparecem.
Outra não pode ser a função da escola, senão ensinar, exercitar e aperfeiçõar.
Enchamo-nos, pois, de calma e bom ânimo, em todas as situações. Fomos colocados entre obstáculos mil de natureza estranha, para que, vencendo inibições fora de nós, aprendamos a superar as nossas limitações.
Em nós, misturam-se sentimentos: impotência, pavor, desorientação. Não há o que fazer, não há para onde ir. Tudo parece condenado.
Diante das grandes ameaças, dos grandes problemas dos dias, muitas vezes nos sentimos assim, e os sonhos, à noite, acabam por produzir tais representações aterradoras.
Agora procuremos imaginar uma outra cena: um paredão de água do mar com cerca de vinte e quatro metros de altura, prestes a quebrar na costa.
No alto de toda essa imponência, na crista, vislumbramos algo que nos surpreende: lá está uma pessoa.
Trata-se de um surfista que se projeta muralha abaixo, desafiando aquela que passaria a ser a maior onda já surfada no mundo.
Os que observamos, à distância, nem sequer respiramos naqueles breves segundos. Enxergamos o pequeno risco veloz desenhado na água do mar, enquanto atrás, o grande muro parece querer desabar a qualquer momento.
O oceano silencia aguardando a arrebentação, como se prendesse o fôlego antes do rugido ensurdecedor da vaga quebrada no raso.
Após o grande estrondo, então, lá está o esportista, ileso, em pé em sua prancha, vitorioso sobre a espuma da onda vencida.
* * *
Grandes problemas podem ser vistos como grandes oportunidades.O mundo de provas e expiações é também o mundo dos aprendizados constantes, é o mundo escola.
Cada experiência, por mais assustadora que possa parecer, guarda em si uma lição para o Espírito em crescimento.
Importante não enxergarmos as ondas gigantes da vida como grandes males, grandes desgraças.
Abandonemos essa visão imediatista, simplista, que julga os acontecimentos apressadamente, sem perceber suas consequências mais adiante. A vida do Espírito é a vida do longo prazo.
Quantas ondas assustadoras já encaramos na vida e nas vidas, sobrevivendo ao final?
Não é a primeira vez nem a última que iremos enfrentar desafios dessa monta, por isso é hora de pensarmos diferente.
Por que não surfarmos nas imensas vagas que se apresentam? Será que não é esse o convite do oceano da vida?
Pensemos, estudemos, analisemos, preparemo-nos melhor.
O mar não é o inimigo, assim como as Leis de Deus também não o são.
Convidemos a coragem para estar conosco todos os dias. O medo é natural. Não nos envergonhemos dele. Prossigamos com ele ao nosso lado, porém, não permitamos que ele nos controle.
Nada poderá nos destruir. Somos maiores do que as ondas gigantes, embora não possa parecer.
* * *
Enquanto nos encontramos no plano de exercício, qual a crosta da Terra, sempre seremos defrontados pela dificuldade e pela dor.A lição dada e? caminho para novas lições.
Atrás do enigma resolvido, outros enigmas aparecem.
Outra não pode ser a função da escola, senão ensinar, exercitar e aperfeiçõar.
Enchamo-nos, pois, de calma e bom ânimo, em todas as situações. Fomos colocados entre obstáculos mil de natureza estranha, para que, vencendo inibições fora de nós, aprendamos a superar as nossas limitações.
Redação do Momento Espírita, com citações do cap. 61,
do livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.
Em 6.8.2018.
do livro Fonte Viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia
de Francisco Cândido Xavier, ed. FEB.
Em 6.8.2018.
domingo, 5 de agosto de 2018
O mais valioso dos tesouros
Em uma das suas parábolas, Jesus compara o reino dos céus a um tesouro escondido em um campo. Um homem o encontra e, desejando-o para si, vende tudo o que tem e compra aquele campo.
A parábola nos convida a realizarmos uma reflexão acerca do que consideramos tesouro.
Para alguns de nós, os tesouros são as coisas materiais: a casa bonita, os móveis novos, o carro último tipo, uma conta corrente expressiva, roupas caras, perfumes raros.
A possibilidade de comparecer a restaurantes sofisticados e solicitar pratos requintados. A chance de percorrer o mundo, conhecendo as obras raras do ontem e do hoje.
Para outros, tesouros são livros. E não nos cansamos de buscá-los, em especial as edições esgotadas, mais valiosas.
Outros colecionamos obras de arte e as exibimos aos amigos com alegria. Cada obra adquirida, mais um ponto para o nosso tesouro.
Recordamos de certo filme que apresentava uma família excessivamente rica. Tão rica que, para guardar seus maiores tesouros, mandou cavar um cofre no seio de uma alta montanha, onde até foram esculpidas as faces da mãe, do pai e do filho.
Certo dia, ladrões audaciosos adentraram aquele lar, amarraram os pais e sob ameaças de lhes ferir o filho, os fizeram dizer qual o segredo para adentrar na fortaleza. Os ladrões desejavam as riquezas que ali se encontravam.
Qual não foi sua surpresa ao descobrirem que os tesouros tão propalados não passavam de coisinhas tolas, como o bercinho onde dormira o bebê pela primeira vez, o primeiro brinquedo, o primeiro troféu, o primeiro sapatinho.
Para aqueles pais, tão ricos, o que consideravam como de maior valor era tudo aquilo que se referia ao filho. Ele lhes era o maior tesouro.
* * *
E o nosso tesouro? Qual será?
Recordamos Jesus que se referia aos tesouros da intimidade, que o ladrão não rouba, nem a traça corrói.
É isso mesmo. O maior tesouro é aquele que podemos amealhar dentro de nós: nossa riqueza interior.
O que possamos crescer em intelecto, em moral, isso ninguém nos haverá de furtar.
E mesmo após a morte do corpo físico, são aqueles que seguirão conosco.
Nosso conhecimento, nossas virtudes, nossas qualidades morais. Tesouros que utilizaremos na vida espiritual e nas próximas reencarnações, seja na Terra ou em qualquer outro mundo, qualquer outra morada de nosso Pai.
Você sabia?
...que para os Apóstolos Paulo de Tarso e Barnabé o maior tesouro eram os escritos de Levi, depois chamado Evangelista Mateus?
E você sabia que, por falarem muito a respeito do grande tesouro que possuíam, certa noite, ambos foram assaltados a fim de terem furtada aquela preciosidade?
E que, após o assalto, deram graças a Deus, considerando que aqueles escritos, nas mãos dos ladrões, com certeza os haveriam de transformar para o bem?
Redação do Momento Espírita.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 9, ed. FEP.
Em 3.8.2018.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 9, ed. FEP.
Em 3.8.2018.
sábado, 4 de agosto de 2018
Você nasceu no lar de que precisavas
Nasceste no lar de que precisavas.
Vestiste o corpo físico que merecias.
Moras no melhor lugar que Deus poderia te proporcionar, de
acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades; nem mais nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes e amigos são as almas que atraíste com tuas próprias afinidades.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes, são as fontes de atração e de repulsão na tua jornada vivencial.
Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta. Busca o bem e viverás melhor.
Vestiste o corpo físico que merecias.
Moras no melhor lugar que Deus poderia te proporcionar, de
acordo com teu adiantamento.
Possuis os recursos financeiros coerentes com as tuas necessidades; nem mais nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.
Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes e amigos são as almas que atraíste com tuas próprias afinidades.
Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.
Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.
Teus pensamentos e vontades são a chave de teus atos e atitudes, são as fontes de atração e de repulsão na tua jornada vivencial.
Não reclames nem te faças de vítima. Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos.
Reprograma tua meta. Busca o bem e viverás melhor.
NÃO ESTRAGUE O SEU DIAEmmanuel - Chico Xavier
A sua irritação não solucionará problema algum.
As suas contrariedades não alteram a natureza das coisas.
Os seus desapontamentos não fazem o trabalho que só o tempo conseguirá realizar.
O seu mau humor não modifica a vida.
A sua dor não impedirá que o sol brilhe amanhã sobre os bons e os maus.
A sua tristeza não iluminará os caminhos.
O seu desânimo não edificará a ninguém.
As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade.
As suas reclamações, ainda mesmo afetivas, jamais acrescentarão nos outros um só grama de simpatia por você.
Não estrague o seu dia.
Aprenda, com a Sabedoria Divina, a desculpar infinitamente, construindo e reconstruindo sempre para o infinito Bem.
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